You are currently browsing the category archive for the ‘Azure’ category.

Pessoal, segue uma pequena lista de coisas que estudei e foram super úteis na hora de fazer a prova de certificação 70-532 de Azure.

1 – The Service Management API provides programmatic access to much of the functionality available through the Management Portal.

2 – The Resource Manager A resource group is a container that holds related resources for an application. 
 
3 – XML Storage https://msdn.microsoft.com/en-us/library/azure/ee758708.aspx
 
 
 
4 – ASP NET Stateless -> Arr-Disable-Session-Affinity = True permitirá que cada request de um cliente caia em uma máquina qualquer. Se estiver TRUE, todos os requests de um mesmo cliente caem sempre na mesma máquina. 
 
5 – Always-on -> O site é carregado na memória a primeira vez, e nunca mais é descarregado. O padrão é OFF. 
 

6 – To move a role instance to another subnet edit the CSCFG file.

 
7 – Push Notification (TOAST -> VISUAL -> BINDING -> TEMPLATE -> TEXT) var payload = ‘<?xml version=”1.0″ encoding=”utf-8”?>
<toast>
<visual>
<binding template=”ToastText01”>
 <text id=”1″>’ + item.text + ‘</text>
</binding>
</visual>
 </toast>
8 – Azure Redis Cache
Classe: ConnectionMultiplexer – ConnectionMultiplexer connection = ConnectionMultiplexer.Connect(“contoso5.redis.cache.windows.net,ssl=true,password=…”);
Limite de conexões por cache: 10.000 clientes conectados
IDatabase cache = Connection.GetDatabase();  //referência para o banco de dados do Redis Cache chamando o método ConnectionMultiplexer.GetDatabase
Inserindo dados: cache.StringSet(“key1”, “value”);
Recuperando dados: string key1 = cache.StringGet(“key1”);
9 – Blob Storage: http://justazure.com/azure-blob-storage-part-three-using-the-storage-client-library/
  • CloudStorageAccount – this is a reference to the storage account, created using the account name and key.
  • CloudBlobClient – this is a reference to the object used to perform operations on the blob storage account. This is created using the CloudStorageAccount object.
  • CloudBlobContainer – this is a reference to the container that your blobs reside in. This is used in most blob operations, and is created using the CloudBlobClient.
  • CloudBlockBlob – this is a reference to the actual blob. This is created using the CloudBlobContainer object and the name of the blob.  (If using page blobs, this would be CloudPageBlob).
  • CloudBlockBlob – Optimized for efficient upload of large blobs. They are consist of a set of blocks, each identified by a block ID. Block blobs are limited to 200 GB in size.
  • CloudPageBlob – Optimized for random read and write operations. Page blobs consist of a set of 512-byte pages and are limited to 1 TB in size.
10 – Você usa as APIs padrão de acesso a Blob e Tables quando precisa configurar o storage analytics e acessar os dados armazenados neste storage analytics

11 – Windows Azure Storage provides following options for redundancy for Blobs, Tables and Queues:

1. Locally Redundant Storage (LRS): All data in the storage account is made durable by replicating transactions synchronously to three different storage nodes within the same region. The below section will cover more details on LRS including on how to select LRS.

2. Geo Redundant Storage (GRS): This is the default option for redundancy when a storage account is created. Like LRS, transactions are replicated synchronously to three storage nodes within the primary region chosen for creating the storage account. However, the transaction is also queued for asynchronous replication to another secondary region (hundreds of miles away from the primary) where data is again made durable by replicating it to three more storage nodes there. The below section will cover in depth the asynchronous replication process, information on region pairings and the failover process.

3. Read Access – Geo Redundant Storage (RA-GRS): For a GRS storage account, we now have introduced in limited preview the ability to turn on read only access to a storage account’s data in the secondary region. Since replication to the secondary region is done asynchronously, this provides an eventual consistent version of the data to read from. The below section will cover more details on RA-GRS, how to enable this in preview mode and details on storage analytics.

12 – All startup tasks are executed according to their taskType attribute.

 

  • The simple tasks are executed synchronously, one at a time.
  • The background and foreground tasks are started asynchronously, parallel to the startup task.

Abs,

@daibert

 

 

Olá pessoal, 

A idéia de criação e utilização de APIs não é nova, muito pelo contrário. Todos os fabricantes de software sempre buscaram uma maneira de disponibilizar as funcionalidade dos seus produtos para terceiros, mas sempre esbarravam na questão de gestão da utilização de suas APIs. 

Pensando neste cenário, a Microsoft comprou uma empresa referencia na gestão de APIs, a Apiphany e incluiu seus serviços no Microsoft Azure. 

NewImage

Na prática, isto significa que agora o Azure possui uma plataforma para gestão das APIs de produtos existentes e novos produtos, integrados com a plataforma de nuvem da Microsoft, mas que não precisam ser obrigatóriamente tecnologias Microsoft.

Alguns beneficios do Azure Management API:

  • Criação de forma rápida de uma Fachada para serviços já existentes, sejam eles .NET, JAVA ou outra tecnologia
  • Facilidade de estender as capacidades dos serviços existentes com serviços como cache e acesso a múltiplos dominios
  • Permite empacotar e publicar as APIs e disponibiliza-las em versões de Desenvolvedor ou Produção
  • Permite gerenciar o acesso as APIs de forma simplificada, baseada em autenticação no nível da Aplicação ou do Usuário

Além disso, uma vez seu Produto criado e exposto como um conjunto de APIs, você passa a ter um portal do desenvolvedor, aonde podem ser encontradas as informações sobre as APIs disponíveis e a documentação de cada API. Tudo isto é feito de forma bem simples e visual, direto no portal do Azure. 

Screen Shot 2014 11 24 at 3 56 32 PM

Nos próximos posts, vou mostrar como criar e fazer a administração das APIs no Azure. 

 

Abs,

@daibert

 

 

 

  

Olá,

neste post vou apresentar a vocês o Azure Mobile Services. O Azure Mobile Services é um BaaS, ou um Backend as a Service.

Um BaaS é uma abordagem conceitual que abstrai a utilização de componentes de nuvem, disponibilizando serviços como Autenticação, Escalabilidade, Push Notification cross-plataform e integração com redes sociais.

No caso do Azure Mobile Services, ele expõe em forma de serviços REST / WepAPI os componentes da Stack de serviços do Azure. O BaaS não é um substituto ao PaaS ou IaaS. Ele é um novo tipo de serviço, que tem por trás uma destas outras abordagens, mas de forma mais simplificada para o cliente que o acessa.

 

mbaas-chart

* quanto menor a barra no gráfico, mais simples e rápido para implementar (menor time-to-market)

01

* BaaS utiliza toda a stack de serviços disponíveis na núvem

Vantagens de utilizar o Azure Mobile Services para criação de aplicações iOS, Android, Windows Phone, HTML5:

  • Acelerar o tempo de desenvolvimento de aplicações.
  • Compartilhar o mesmo backend para clientes multi-plataforma
  • Ter um mesmo ponto de entrada para todas as Apps, com as mesma regras de negócios do lado do servidor.
  • Compartilhar o mesmo modelo de autenticação, notificação (push notifications), seja para iOS, Windows 8 / Phone ou Android.
  • Possuir disponibilidade elástica para os servíços expostos (CRUD), e para os serviços consumidos, como SQL Azure.

 

Bom, esta foi apenas uma primeira visão do que é o Azure Mobile Services e o que é um BaaS. Vamos aprofundar mais neste assunto em breve.

http://aka.ms/daibert

 

Abraços!

@daibert

Olá pessoal.

Segue uma lista das apresentações relacionadas ao Windows Server AppFabric e Windows Azure AppFabric que aconteceram no Teched Americano.

 

 

Abraços,

@daibert

Olá pessoal.

Como já era esperado, o Windows Server AppFabric (WSA) Caching foi para a nuvem.

Durante o MIX, que está acontecendo esta semana em Las Vegas, foi anunciado que o Windos Azure AppFabric (WAA) Caching entrará em produção ainda este mês de abril no endereço https://appfabric.azure.com/. Por enquanto, pode-se acessa-lo pelo portal do AppFabric Labs em http://portal.appfabriclabs.com/.

Assim como o WSA, o WAA provê um modelo de cache de dados em memória, distribuídos por servidores, no caso do Azure AppFabric, em servidores na infraestrutura da nuvem da Microsoft.

Porém, a versão atual do Windows Azure AppFabric Caching, é um sub conjunto das funcionalidades Windows Server AppFabric Caching. Abaixo colei a lista de diferenças:

Notifications

Notifications are not supported in Windows Azure AppFabric caching. This also means that you cannot use notifications to invalidate the local cache. In Windows Azure AppFabric, local cache can use only a timeout based invalidation policy.

Expiration and Eviction

The default time for item expiration in the cache is 10 minutes. Unlike Windows Server AppFabric, there is no way to change this default cache configuration setting to a different value. If you require items to have a shorter or longer expiration value, you must programmatically specify the timeout for each item that is added to the cache.

Windows Azure AppFabric caching does not support disabling eviction on a cache. Under memory pressure, it is always possible that items could be evicted. Applications should be designed to anticipate that items might be missing and require reloading at any time.

High Availability

Windows Azure AppFabric caching does not support the high availability feature.

API Support

In most cases, you can use the same APIs to write cache clients that use Windows Azure AppFabric and Windows Server AppFabric. There are some exceptions due to differences between the two solutions. For a detailed review of the APIs available for Windows Azure AppFabric cache clients, see API Reference (Windows Azure AppFabric Caching).

Eu fiz uma série de posts que mostram os conceitos do Windows Server AppFabric, que são basicamente os mesmos que usaremos no Windows Azure AppFabric.

Sugiro dar uma lida novamente para refrescar a memória:

Alguns links que ficaram no meu blog do msdn, quando eu ainda trabalhava na Microsoft:

Então é hora de colocar a mão na massa. O post que entra logo na sequência, mostrará como criar e configurar o cache no portal do Azure AppFabric e logo depois, como criar a aplicação que se utiliza deste ambiente.

Abraços,
@daibert

Olá pessoal. Se você, como eu, é um entusiasta do Facebook e suas APIS de programação, não deixe de conferir o link abaixo.

 

http://acs.codeplex.com/wikipage?title=Facebook

 

Com o Facebook Access Control Services é possível que você integre sua aplicação do Facebook ao Identity Provider do Azure.

image

image

 

image

Não vou entrar nos detalhes de como criar a aplicação para o facebook, nem como configurar a aplicação para se integrar com o Azure.

A idéia, por enquanto, é só para que possamos conhecer mais esta opção de provedor de identidade suportado pelo Windows Azure.

 

Abs,

Daibert

Atualizações Twitter